{...} e é agora que o sorriso já não aparece. Os tempos de amor incondicional que alimentavam os dias e faziam perder noites ao telefone acabaram. Nunca percebemos se o sentimento é verdadeiro, mas faz-nos sofrer até à exaustão. Nunca dura muito tempo porque as paixões nesta idade são assim. Começam do nada e acabam em nada porque não valem nada.
Os primeiros tempos são sempre mágicos. O "eu" através de um "tu" completa sempre um "nós" que durante um mês enche o corpo e a alma de felicidade. A cabeça descansa de todos os problemas que normalmente nos atormentam e a paz reina no mundo. Até que um dia, um dos dois percebe que a relação já dura há mais tempo do que devia e acaba com tudo muito repentinamente, deixando o outro com a ignorância de tudo e uma dor no peito que é sempre a pior de todas.
É um processo sistemático que acontece sempre. Cada passo de uma relação é exactamente igual ao da relação anterior, e assim sucessivamente. As paixões são sempre impossíveis ou parecem tiradas de contos de fada. Tiram o sono, o apetite e fazem contar estrelas e escrever textos pirosos vindos sabe-se lá de onde. Adoçam o coração e enchem a almofada de lágrimas. São inconstantes e ao mesmo tempo previsíveis. Fazem-nos mal e fazem-nos tão bem. E podem ser umas mil, mas atingem sempre da mesma maneira. Atingem sempre como se fossem um comboio a 350 km/h.
Os primeiros tempos são sempre mágicos. O "eu" através de um "tu" completa sempre um "nós" que durante um mês enche o corpo e a alma de felicidade. A cabeça descansa de todos os problemas que normalmente nos atormentam e a paz reina no mundo. Até que um dia, um dos dois percebe que a relação já dura há mais tempo do que devia e acaba com tudo muito repentinamente, deixando o outro com a ignorância de tudo e uma dor no peito que é sempre a pior de todas.
É um processo sistemático que acontece sempre. Cada passo de uma relação é exactamente igual ao da relação anterior, e assim sucessivamente. As paixões são sempre impossíveis ou parecem tiradas de contos de fada. Tiram o sono, o apetite e fazem contar estrelas e escrever textos pirosos vindos sabe-se lá de onde. Adoçam o coração e enchem a almofada de lágrimas. São inconstantes e ao mesmo tempo previsíveis. Fazem-nos mal e fazem-nos tão bem. E podem ser umas mil, mas atingem sempre da mesma maneira. Atingem sempre como se fossem um comboio a 350 km/h.
nunca tinha lido tanta verdade junta ...
ResponderEliminaramei o texto *