3.48 am. Falta o sono e a vontade para fazer o que quer que seja. Agarro-me à escrita, aconchega-me.
Hoje escrevo em papel. Caneta desliza melhor que os dedos no teclado, e inventem o que inventarem, o papel há-de ser sempre mais verdadeiro que o formato digital. Mais sentido, mais natural, como a chuva que lava as ruas lá fora, neste momento.
A chuva. Senhora dos grandes momentos românticos nos filmes. Ela não mente. Quando chega, sabemos para o que vem. Não é como tu, com ela não tenho que estar sempre à defesa. Uma constipação magoa-me menos que as tuas mentiras, as tuas manhas e até mesmo que o teu sorriso que nunca sei o que esconde.
Não são as raparigas que são complicadas. O que queremos é bastante simples, queremos que nos amem. Queremos que nos tratem como as princesas que nunca fomos nem vamos ser. A vocês é que ninguém vos percebe. São difíceis de decifrar. Expõe tudo em palavras, mas como diz a música na rádio "words can not love", e é isso que não entendem.
As palavras são boas amigas, mas nunca foram boas amantes. As acções é que ficam gravadas no coração, por mais mínimas que sejam. Um amo-te é fácil dizer, mas são poucos os que oferecem anéis, ou simples ramos de flores. E não é ser materialista, isso é a vossa desculpa. E de desculpas não precisamos, mesmo.
Se não fossem as acções, talvez Julieta nunca soubesse que Romeu a amava verdadeiramente até acabar com a sua vida por ela. Se não fossem as acções, talvez eu não percebesse, à falta delas, que não me queres. Mas isso são outras histórias..
4.10 am, a cabeça fraqueja e os olhos falham. A esta hora só o caderno e o cigarro me fazem companhia. Já é tarde, os pais dormem os amigos vomitam-se nas esquinas das ruas. De uma maneira ou de outra nenhum deles me vai ajudar a tirar-te da cabeça.
Tu. Quem és tu? E porque é que não és como a chuva? É que as borboletas não voam a chuva.
Hoje escrevo em papel. Caneta desliza melhor que os dedos no teclado, e inventem o que inventarem, o papel há-de ser sempre mais verdadeiro que o formato digital. Mais sentido, mais natural, como a chuva que lava as ruas lá fora, neste momento.
A chuva. Senhora dos grandes momentos românticos nos filmes. Ela não mente. Quando chega, sabemos para o que vem. Não é como tu, com ela não tenho que estar sempre à defesa. Uma constipação magoa-me menos que as tuas mentiras, as tuas manhas e até mesmo que o teu sorriso que nunca sei o que esconde.
Não são as raparigas que são complicadas. O que queremos é bastante simples, queremos que nos amem. Queremos que nos tratem como as princesas que nunca fomos nem vamos ser. A vocês é que ninguém vos percebe. São difíceis de decifrar. Expõe tudo em palavras, mas como diz a música na rádio "words can not love", e é isso que não entendem.
As palavras são boas amigas, mas nunca foram boas amantes. As acções é que ficam gravadas no coração, por mais mínimas que sejam. Um amo-te é fácil dizer, mas são poucos os que oferecem anéis, ou simples ramos de flores. E não é ser materialista, isso é a vossa desculpa. E de desculpas não precisamos, mesmo.
Se não fossem as acções, talvez Julieta nunca soubesse que Romeu a amava verdadeiramente até acabar com a sua vida por ela. Se não fossem as acções, talvez eu não percebesse, à falta delas, que não me queres. Mas isso são outras histórias..
4.10 am, a cabeça fraqueja e os olhos falham. A esta hora só o caderno e o cigarro me fazem companhia. Já é tarde, os pais dormem os amigos vomitam-se nas esquinas das ruas. De uma maneira ou de outra nenhum deles me vai ajudar a tirar-te da cabeça.
Tu. Quem és tu? E porque é que não és como a chuva? É que as borboletas não voam a chuva.
Amei este teu texto.
ResponderEliminare tens razão, eles dizem sempre 'vocês são complicadas, ninguém vos percebe'. Eles é que não são espertos o suficiente para entender o nosso lado, e o que queremos. São poucos aqueles que verdadeiramente nos percebem.
Fazer o quê? Homens são simples Homens ... nunca entenderão a mente de uma mulher.
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